Neste post vou falar detalhadamente sobre todos os
acontecimentos que acontecem desde a infecção até a transformação. Confira!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Morta em Vida.
Depois de passar o feriado fora, afinal, a única coisa boa do carnaval, é poder descansar um pouco; eu volto para meus amados com uma Creepy que traduzi. Espero que gostem e comentem.
Morta em vida
Quando me mudei de casa, encontrei uma caixa marcada de caneta vermelha,com o nome "Antônia". Possivelmente os antigos donos da casa a haviam esquecido. Dentro da caixa, havia um diário, que parecia ser de uma jovem; haviam algumas páginas arrancadas de livros de medicina, que falavam sobre lepra, artigos de periódicos antigos e várias fotos antigas de uma jovem bonita, de aproximadamente quinze anos; com um cabelo castanho encaracolado e grandes olhos azuis.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Licantropia Pt#5: O Lobisomem Na Idade Moderna E No Mundo Contemporâneo
Desculpe se sexta não postei, houve um blackout maldito na minha cidade e eu tive que começar o post inteiro do zero (não fiz o post diretamente do Blogger que salva o arquivo, infelizmente eu fiz no Word), mas vamos iniciar o post de hoje! Certo, ele sobreviveu várias épocas, e aí estão as últimas
épocas sobre a qual eu vou falar da sobrevivência dessa espécie fascinante,
sigam-me os bons!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Ninguém virá para você.
Oi galera!
Eu não sou muito fã de Creepypastas, mas ás vezes cruzo com uma ou outra, que realmente fazem minha cabeça. E claro, eu divido ela com vocês ^^.
Ninguém virá para você...
Isso é o que ele me diz toda a noite enquanto estou em minha tumba de medos e desesperos que a tanto tempo me esquecer. Meu irmão adora me tormentar. Sempre teve grande prazer em meu medo e minha miséria. É sua idéia de diversão.
Me lembro vividamente de todas minhas noites aos meus 3 anos de idade. Toda a noite, por volta das 9 horas, minha mãe me avisava que era hora de dormir. Ela me colocava em meu colchão, na parte de baixo de uma beliche feita de algum aço muito velho. Me beijava a testa antes de dar boa noite, desligando a luz, saindo e fechando a porta. Conforme ficava observando as diversas formas difusas que os móveis formavam com o feixe de luz que vinha do corredor pela brecha de baixo da porta, ouvia a cama de cima se mexer, retorcer e chiar. Fechava meus olhos e chorava em silêncio, sabendo que o jogo cruel de meu irmão estava para começar.
Toda noite ele fazia meu tormento crescer sobre o medo que ele mesmo implantara em mim, sobre a miséria que me aguardava.
"Ninguém virá para você."
Ele começava.
"Ninguém vai te salvar quando eu te levar para o outro lugar."
Eu ficava ali, encolhido dentro de mim mesmo, indefeso, ouvindo assustado as mil e uma torturas que meu irmão planejara praticar comigo. Como quebrar todos meus ossos lentamente até de modo que se curariam quando ele terminasse o último e assim pudesse quebrar todos de novo, e ficar nisso até moer tudo.
Me dizia que um dia faria tudo aquilo, mas por enquanto só queria me ameaçar mesmo, era mais divertido.
Meu irmão adora me atormentar.
Então, essa foi minha infância até eu completar 7 anos. Meu pai decidiu que era hora de se livrar da beliche. Ele tinha comprado elas quando minha mãe estava grávida.
Vivemos em um pequeno flat em Londres, nada muito grande mesmo. Então quando minha mão disse a meu pai que esperava gêmeos, eu e meu irmão, ele apareceu lá em casa com aquela beliche de aço, dizendo ser a perfeita solução pra a falta de espaço. Apesar de sabermos que não a usaríamos até fazer dois anos e meio, já haviam decorado o quarto, completo com a beliche e tudo mais dois meses antes de nós nascermos.
Digo nós, mas deveria dizer eu, pois meu irmão morreu enquanto minha mãe dava a luz. Não sei muito o que aconteceu, hesitava em perguntar aos meus pais sobre, já que o assunto os levava às lágrimas... Então simplesmente não falávamos disso lá em casa.
Não acredito que ainda lembro daquelas coisas. Tenho 27 agora. Tenho meu próprio flat, e um trabalho legal, e uma ótima coleção de pílulas para dormir.
Vou tomar um vidro todo esta noite. Finalmente vou dormir. Ele não vai me manter acordado essa noite. Ah, eu sinto falta da beliche. Pelo menos, quando ele ficava na cama de cima, eu não podia vê-lo.
Meu irmão adora me atormentar.
Me lembro vividamente de todas minhas noites aos meus 3 anos de idade. Toda a noite, por volta das 9 horas, minha mãe me avisava que era hora de dormir. Ela me colocava em meu colchão, na parte de baixo de uma beliche feita de algum aço muito velho. Me beijava a testa antes de dar boa noite, desligando a luz, saindo e fechando a porta. Conforme ficava observando as diversas formas difusas que os móveis formavam com o feixe de luz que vinha do corredor pela brecha de baixo da porta, ouvia a cama de cima se mexer, retorcer e chiar. Fechava meus olhos e chorava em silêncio, sabendo que o jogo cruel de meu irmão estava para começar.
Toda noite ele fazia meu tormento crescer sobre o medo que ele mesmo implantara em mim, sobre a miséria que me aguardava.
"Ninguém virá para você."
Ele começava.
"Ninguém vai te salvar quando eu te levar para o outro lugar."
Eu ficava ali, encolhido dentro de mim mesmo, indefeso, ouvindo assustado as mil e uma torturas que meu irmão planejara praticar comigo. Como quebrar todos meus ossos lentamente até de modo que se curariam quando ele terminasse o último e assim pudesse quebrar todos de novo, e ficar nisso até moer tudo.
Me dizia que um dia faria tudo aquilo, mas por enquanto só queria me ameaçar mesmo, era mais divertido.
Meu irmão adora me atormentar.
Então, essa foi minha infância até eu completar 7 anos. Meu pai decidiu que era hora de se livrar da beliche. Ele tinha comprado elas quando minha mãe estava grávida.
Vivemos em um pequeno flat em Londres, nada muito grande mesmo. Então quando minha mão disse a meu pai que esperava gêmeos, eu e meu irmão, ele apareceu lá em casa com aquela beliche de aço, dizendo ser a perfeita solução pra a falta de espaço. Apesar de sabermos que não a usaríamos até fazer dois anos e meio, já haviam decorado o quarto, completo com a beliche e tudo mais dois meses antes de nós nascermos.
Digo nós, mas deveria dizer eu, pois meu irmão morreu enquanto minha mãe dava a luz. Não sei muito o que aconteceu, hesitava em perguntar aos meus pais sobre, já que o assunto os levava às lágrimas... Então simplesmente não falávamos disso lá em casa.
Não acredito que ainda lembro daquelas coisas. Tenho 27 agora. Tenho meu próprio flat, e um trabalho legal, e uma ótima coleção de pílulas para dormir.
Vou tomar um vidro todo esta noite. Finalmente vou dormir. Ele não vai me manter acordado essa noite. Ah, eu sinto falta da beliche. Pelo menos, quando ele ficava na cama de cima, eu não podia vê-lo.
Meu irmão adora me atormentar.
Fonte: https://www.facebook.com/Error404Creepypastas
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Dark Art_Joel Witkin e sua arte sinistra e bizarra.(+18)
E aí galera?
Já faz um tempo que eu queria voltar a fazer coluna "Dark Art". Recentemente achei ilustrações perfeitas para essa postagem, mas não só ilustrações; mas também fotografias e pinturas. Hoje recomeço, trazendo para vocês, o lado mais obscura da arte!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Serial Killer _ Cayetano "El Petiso Orejudo"
E aí galera?Depois de uns dias sem escrever, devido alguns problemas, estou de volta para atormenta-los...
No dia 31 de Outubro de 1896, nascia Cayetano Santos Gordino. Filho de imigrantes, Fiore Gordino e Lucia Ruffo.
Fiore, pai de Cayetano, não era flor que se cheirasse. Alcoólatra, contraiu sífilis antes de Cayetano nascer, o que contribuiu com os problemas de saúde que o menino teve ao nascer. Logo em seus primeiros anos de vida Cayetano esteve a beira da morte, principalmente por uma enterite (inflamação do intestino).
Já com cinco anos, Cayetano vivia trocando de escola. Sempre era expulso por sua falta de interesse e pelo comportamento rebelde.
No dia 28 de Setembro de 1904, com apenas sete anos, Cayetano leva Miguel dePaoli, um menino de quase dois anos, para um terreno baldio. Golpeia o menino e o joga em um monte de espinhos. Um policial que passava ali, vê a cena, e leva os dois meninos para a delegacia. Mas somente para as mães dos garotos os levarem novamente para suas casas; sem queixas, sem nada...
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
O Espírito Cadavérico No Banheiro
Eu acho que o pior lugar para
se ficar em uma casa é no banheiro ou perto dele, não porque tem rumores de
meninas loiras ou sangrando, mas por algo muito, muito pior...
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