quinta-feira, 12 de julho de 2012

Jack Estripador, era mulher?!



Acredito que todo mundo conhece a história do Jack Estripador (Jack, the Ripper). Ele foi um assassino em série que matou diversas mulheres, que eram prostitutas, na cidade Whitechapel em Londres.  O nome “Jack Estripador, veio de uma carta que mandaram para a polícia, onde o autor se dizia o próprio assassino.
A polêmica agora, é que um livro chamado “Jack the Ripper – The Hand of a Woman, alega que Jack na verdade era uma mulher. Até surgiram umas piadinhas, como Jackeline a Estripadora!

O assassino costumava mutilar completamente o corpo das mulheres. Duas de sua vítimas tiveram a garganta cortada. As vítimas eram estranguladas. Os policiais acreditavam que a pessoa teria conhecimentos médicos, pois três de suas vítimas, tiveram os orgão internos removidos cirurgicamente.
A mulher apontada como a Estripadora, se chama Lizzie Willliams, ela não tinha filhos por que não possuia útero, e por isso tentaria arrancar o útero de suas vítimas. Outro fato interessante, era que Lizzi era casada com um médico, chamado, Sir John Williams, um dos suspeitos do crime.


Dizem que as vítimas não eram abusadas sexualmente (exitem vários assassinos homens que não abusavam das vítimas) e resto de roupas femininas eram sempre encontrados no local (que poderiam ser das próprias vítimas), isso seria evidências que o assassino era mulher.
O autor do livro, John Morris, pesquisou diversos livros, documentos e até mesmo laudos médicos; mas ainda sim sua teoria não é bem aceita.
Lizzie morreu em 1912 de cancêr. Teve um crise nervosa depois dos crimes de Jack, mas ainda sim nunca foi questionada pelo fato.
Jack, matou mulheres de forma cruel, arancando orgãos e rasgando gargantas. E ainda sim debochava da polícia mandando cartas para eles, e para os jornais locais, que davam total cobertura ao caso.Em uma das cartas, ele dizia ter fritado e comido, o rim da vítima que havia sumido. Em certa vez, um avental de uma vítima sumiu, quando encontrado, havia uma pichação na parede que dizia:” Os Juwes são os homens que levarão a culpa sem motivo”. Eu não duvido que poderia ser uma mulher, afinal, nós podemos ser tão sanguinárias e vingativas quanto um homem (como diria meu filosofo favorito; tanto no amor como na vingança, a mulher é muito mais barbára que o homem.), mas será mesmo que o mistério de Jack era esse? Na época, a polícia só procurou por homens, afinal ele só matava mulheres...Será que esse foi o grande erro?

E vocês, o que pensam, Jack Estripador era mulher?

Necronomicon - O Livro dos Nomes Mortos.



Oi Galera,
Mas hoje deixando os Vampiros um pouco de lado. Vou escrever sobre um livro que inspirou filmes e lendas: O Necronomicon.
Acho que a primeira vez que ouvi falar desse livro, foi quando eu era criancinha e assisti “The Evil Dead”, ou como é conhecido aqui no Brasil,  “Uma Noite Alucinante”. Que fala sobre um grupo de adolescente que acabam despertando os espíritos adormecidos, através do livro Necronomicon.
O Necronomicon, seria um livro para despertar os mortos e as entidades banidas que ainda vagam pela terra. Capaz de chamar entidades sobrenaturais.


Esse livro, também conhecido por: “O livro de nomes mortos” ou Uivo dos demônios noturnos”, foi escrito em 730 D.C, por um homem chamado Abdul Alhazred. O livro não trata apenas de feitiços, mas também de algumas narrativas . O livro também fala de mitologia e civilizações antigas.
O livro diz, que a Terra não é somente habitada por nós humanos, mas por outros seres, que o livro chama de “Antigos”. Seriam bem mais evoluidos e fortes que nós, e para invoca – los, você só poderia usar os rituais do livro.

Abdul Alhazred, nasceu no Iêmen. Ele saiu viajando por diversas terras atrás de conhecimento (claro, naquela época não tinha internet rss), passou muitos anos no deserto. Ele falava vários idiomas, entendia de matemática, filosofia, astronomia e a cultura dos povos antigos. Ele adaptou a versão neoplatonista do livro Necronomicon. O livro carrega muitas lendas semelhantes ao Ragnarok escandinavo, lendas árabes e hebraicas.
 O livro então passou de mão em mão. Foi uma padre alemão chamado Olaus Wormius, que traduziu ele para o latim. Mas ele acabou queimado junto com seu manuscrito, pois foi acusado de heresia. Tempo depois foi Jonh Dee que tentou passar o livro para o inglês . Mas quem ganhou notoriedade com esse livro Foi o escritor H.P Lovecraft. Aleister Crowley teria tido acesso ao livro, e tempos depois Lovecraft se casou com Sônia Greene, uma moça que estava com Crowley quando ele descobriu o livro. Foi do Necronomicon que supostamente Lovecraft teria tirado o mito do Cthulhu.
Alguns símbolos são muito interessantes:

Esses seriam os símbolos do poder, para os iniciados . O primeiro símbolo para mim é bem conhecido, é o símbolo do metal!!! Mas na verdade é o símbolo do Voor ( que são as as criaturas supostamente tiradas do livro e depois compiladas por Lovecraft). O segundo é bem conhecido também, mas é mais usado para mandar alguém se ferrar. Mas na verdade é o símbolo de Kish, usado no ritual para quebrar barreiras e abrir portais. O terceiro é o símbolo de Koth, para selar portas e proteger caminhos e o último era para proteção quando envocasse o nome do inimigo.



Alfabeto do Necronomicon:


Dizem que a leitura do livro pode trazer a loucura, que H.P Lovecraft, teria experimentado a loucura ao ler o livro. Bem, eu consegui uma versão dele em português. Duvido que eu fico mais louca do que já sou! Vou ler, e publico para galera. Pois dizem que existem muitas cópias falsas dele.
E vocês, se arriscam em clamar os mortos?

Condessa Lua



Bem, meu nome é Paula, mas aqui no Limbo, me conhecerão por Condessa Lua. Eu sempre quis ter meu blog, e recentemente entrei como autora de um. Mas por diversos problemas e muita "novela", eu resolvi criar minha própria página. Foi difícil, eu não queria desistir, mas nada melhor que um novo começo. Os primeiros, posts, são os que já publiquei no antigo blog, mas claro, logo vem postagens fresquinhas!

Mas quem sou eu?
Sou uma pessoa bastante extrovertida, apesar de ser gótica desde que me entendo por gente, (acho que isso é um paradoxo não?)
Apaixonada por música, literatura, filosofia, animes e mangás e vampiros; apaixonada por Mitologia e Ocultismo. Prometo que tentarei ao máximo, partilhar tudo aquilo que aprendi até hoje e aprender cada vez com minha experiências no blog.

Acho que por enquanto, essa é minha apresentação, mas todos poderão me conhecer mais aos poucos. Afinal, eu sou meio suspeita em falar de mim mesma.



"Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou".
                                Florbela Espanca


'That is not dead, Which can eternal lie, and with strange aeons even death may die."
Não está morto o que eternamente jaz inanimado e em realidades estranhas até a morte pode ser vencida.
                                                                                   H.P Lovecraft.

Nachtzehrer


Olá,
Cada país, tem as suas lendas sobre vampiro; encontrei até mesmo lendas de vampiros, no folclore japonês e chinês. Aqui, tentarei relatar como surgiu as lendas ao redor do mundo. Começarei com a Alemanha.


A Alemanha tem forte influência no mito do vampiro.  No século 10, o povo eslavo chegava até a Alemanha ocidental, e assim as duas culturas se misturavam, dificultando assim a diferenciação de certas lendas.
Naquela época o vampiro mais conhecido nas lendas alemãs, era o “Nachtzehrer” ou “devastador noturno”, o vampiro da Alemanha do Norte. O vampiro do sul, era o “Bluatsauger”, literalmente “sugador de sangue”(esse termo na Alemanha é usado, para descrever uma pessoa chata e desagrádavel). E há também um terceiro tipo de vampiro, que era o “Naschttoter” ou “matador noturno” e “Neuntoter” o “matador das nove”, (um vampiro pontual). Eles mudavam os nomes conforme a região das aparições, mas cada um acabava tendo uma peculiariedade, como o “Blutasauger”, que diziam ser bem pálido e lembrava a descrição de um zumbi.

O “Nachtzehrer” se originava de uma morte fora do comum. Se a pessoa cometesse suicídio, ou morresse em um acidente, era provável que virasse vampiro. Em caso de epidemias, eles também acreditavam, que poderia ser os vampiros. Eles também acreditavam que se não retirasse o nome da pessoa de suas vestes fúnebres, ela poderia voltar como vampiro.
No túmulo, acreditavam que os “Nachtzeher” mastigavam as suas próprias roupas e suas extremidades, seus rostos estariam intactos, mas suas mãos e outras extremidades, estariam mastigadas. Os vampiros então se levantariam das tumbas, e buscariam o corpo de outras pessoas para se alimentar; sempre acompanhados de uma mulher, que provalvemente teria morrido no parto. E quando seus caixões fossem abertos, veriam o vampiro deitado em uma poça de sangue, pois eles comiam tanto ao ponto de seus corpos nem ao menos reter todo sangue consumido, (olá dieta).
Para evitar ataques, as pessoas faziam de tudo. Colocavam torrões de terra debaixo do queixo dos vampiros, colocavam moedas o pedras na boca do “suposto” vampiro ou amarravam um lenço no pescoço. Como medida mais dramática, decapitavam os corpos, ou enfiavam uma estaca em sua boca prendendo a cabeça no chão e colocando a língua no lugar.
O folclore bávaro,  diz que uma pessoa não batizada se tornava vampira (lá eles são muito católicos); também se tornava vampiro se comesse carne que tivesse sido morta por um lobo. Se durante o sepultamento, algum animal pulasse sobre a sepultura, poderia fazer com que a pessoa voltasse como vampira. Dizem que se uma freira fizesse isso, surtiria o mesmo efeito.
Mas se um fosse um “Blutasauger” que estivesse na vizinhança, os moradores ficavam dentro de casa à noite, untavam as portas e janelas com alho e colocavam espinheiros em volta de casa. Se um vizinho tivesse um cão preto, pintavam um par de olhos extras nele, para afastar o vampiro. Para se matar um vampiro de modo eficaz, recomendava – se enfiar uma estaca no coração e alho em sua boca.
Anos depois as lendas foram se aprimorando e crescendo. Logo todas essas lendas se tornaram os vampiros que conhecemos hoje.
Por enquanto eu fico por aqui.

Lendas de Vampiros na Índia.



Olá galera,
  1. Hoje, apesar de minha gastrite estar me incomodando, resolvi escrever. Distrair a mente é o melhor remédio para o corpo. Desde já quero agradecer a galera que está me dando apoio e comentando o post, já estou começando a me sentir em casa! rss

Resolvi escrever sobre algumas lendas vampíricas na Índia. E a galera que me perdoe por gostar tanto de falar de vampiros!
Bem, na Índia existe ínumeras entidades, e algumas delas se encaixam com o mito do vampiro. Existe algumas crenças que afirma que foi da Índia que veio o mito do vampiro, e que os ciganos que teriam trazido essas lendas para o Ocidente.
A lenda religiosa Hindu, diz que a criação começou com a formação de um ovo de ouro. A criação resultou na repartição desse ovo, uma parte o céu a outra a terra e as 21 religiões do cosmo. Dessas 21 religião, existiria uma repartição subterrânea chamada Tala.
Os Seres vampíricos do Tala, eram os rakhasas (feminino rakhasis), eram descritos como ogros e espíritos malignos que viviam nos cemitérios e atrapalhavam os negócios das pessoas, pertubando rituais e as devoções das pessoas. Matavam criança recém – nascidas e caçavam mulheres grávidas.
Os rakashas eram seres notívagos,. Tinham aparência medonha, com presas alongadas. Eram descritos como “asra-pa” ou “asrk – pa” (literalmente bebedores de sangue).  

Associadas aos rakashas estavam as yatu – dhana, sacerdotisa conhecida por comer os restos que eles deixavam. Junto deles também estavam os pisachas, (literalmente comedores de carne), também descritos como sadentos de sangue e repulsivos. Eram violadores de túmulos, comedores de carne e fonte de doenças malignas., diziam que eram frutos da ira de Brahma.
Também haviam os bhuta, que eram a alma dos mortos, especificamente daqueles que tinha morrido prematuramente, que eram loucos ou tinham alguma deformidade.. Vagavam a noite e apareciam como sombras. As vezes entravam em um corpo para transforma – lo em violador de túmulos ou devorar pessoas vivas. (meda!)
Os bhutas moravam próximos á lugares de cremações, ruínas ou locais abandonados. Poderiam se transformar em morcegos ou corujas. Na mitologia indiana, a coruja é sinal de má sorte e ouvir o pio da coruja em local de sepultamento é considerado fatal. Sem falar que ela pode ser usada em rituais de magia negra.
Mas os seres que mais parecem o vampiro ocidental eram os vetalas ou betails, espíritos que habitavam o corpo dos mortos. Sem falar a deusa Kali. Era sempre retratada como uma deusa escura, com aparência ameaçadora, que usava partes do corpo humano como ornamentos. Seus lugares favoritos, eram os campos de guerra, onde bebia sangue e locais de cremação e sepultamentos.
Bem, a Índia tem milhares de lendas fenomenais., de seres que assumiam formas humanas, para matar e drenar seu sangue. Uma lenda diz, que se uma mulher morresse de forma inatural, e ela tivesse sido maltratada por sua família, ela voltaria como uma churel. Ela voltaria para incomodar toda família e drenar o sangue de todos os membros masculinos. Se um homem fosse atraído pela churel, ela o levaria e só devolveria quando amanhecesse e ele estaria com os cabelos completamente brancos. Dizem que a churel era reconhecida por ter os pés invertidos, o calcanhar  para frente e os dedos pra trás, (oxiii, é curupira agora?).
Uma mulher que morresse no parto tinha grandes chances “voltar á vida”, para que isso não acontecesse, a família enterrava o corpo invés de crema – lo, colocavam quatro pregos no chão, nos cantos do lugar do sepultamento e plantavam flores vermelhas na cova. Uma mulher que morresse no parto também era enterrada em lugar especial. Alguns usavam pregos na soleira da porta e salpicavam sementes de painço pelo caminho. Em outros locais, a mulher que morresse no parto, tinha suas unhas enfiadas nas mãos e nos pés, pimenta vermelha colocada nos olhos e uma corrente em volta dos pés. Outros quebravam as pernas na altura dos tornozelos virando os pés para trás e amarravam os dedões do pé.
Eu não ia gostar nada nada, de ser vampiro em um lugar desse!
Espero que tenham gostado;
Beijos das Trevas.

Camazotz e a Bruxa bebedora de Sangue.


Olá galera,
Depois de passar o final de semana em silêncio, estou aqui novamente para mais uma postagem. Ouvindo novamente Nosferatu desta vez a música Close, escrevo sobre lendas mexicanas!

Acreditem se quiser, mas os Maias também possuiam algumas lendas sanguinárias. Eles tinham a lenda do Morcego Vampiro o Camazotz. Era conhecido por ser o “feroz deus das cavernas”
 Diz a lenda do Popul Vuh (único livro que sobrou sobre o povo Maia), que dois irmão viajaram até o submundo para vingar a morte de seu pai. E lá tinham que passar pela Casa dos Morcegos, lá foram atacados, até finalmente terem que lutar com o Camazotz.
Em um momento, um dos irmão é decapitado por Camazotz. A cabeça dele então é usada para jogar bola. O irmão decapitado ganha uma cabeça substituta, assim eles jogam e acabam vencendo. (que jogo mais mórbido!)
Camazotz, tem o nariz afiado, dentes grandes e patas! Ele era muito temido entre os Maias, (eles tinham medo de perder no futebol para ele rsss) e existem diversas representações dele.  Era conhecido por ser  sedento por sangue, e por ser o deus das cavernas. As pessoas não passavam por lugares que acreditavam ser sua morada. Ele também era importante na época da plantação e da colheita.


Já os Astecas, que habitavam o território ao norte dos Maias, possuíam diversas lendas de seres sedentos por sangue. O senhor do Submundo dos Astecas já foi mencionado como vampiro, mas parece ser mais um devorador de almas. Mas um certo “ar” vampírico era encontrados nas deusas da terra Astecas. Tlalteuctli era a personificação das rochas e do solo onde os seres humanos viviam, mas também espalhava o terror. Era retratada como um grande sapo com sangue boca. Mas existiam outras, como Coatlicue (saia de serpentes), Cihuacoatl (mulher serpente), Itzpapalotl (borboleta obsidiana) e a Cihuateteo. Coatlicue é a deusa da vida e da morte, era descrita como uma mulher horrenda, suja e desgrenhada. Tem uma saia feita de cobras e um colar nas mãos com um pingente de crânio.
As mulheres que morriam no parto (de novo!), se tornavam Cihuateteo. Já tinham aguentado as dores do parto, o sacrifício de colocar a criança no mundo, mas morreram neste processo. Por isso eram consideradas guerreiras....Mas elas vagavam a noite, e atacavam a crianças deixando elas doentes ou paralisadas. Elas se encontravam na encruzilhada. Oferendas de alimentos eram deixada para elas em encruzilhadas (muito familiar, não acham? Ainda acredito que todas as crenças se unem por esses pequenos detalhes). Eram oferecido para elas, para que não atacassem as crianças. Diz que só poderiam ficar na encruzilhada até o nascer do Sol, pois depois disso seriam mortas pela luz. Diz que elas tinham os rostos bem brancos e os braços e mãos cobertos de giz.
Existe também a Tlahuelpuchi. Acabou por ganhar o nome de Bruja depois da chegada dos Europeus ao território Asteca. Mas a lenda sobreviveu.
A Tlahuelpuchi, era uma pessoa (quase sempre mulher), que podia se transformar em qualquer animal, sugava o sangue de crianças, e raramente de adultos. Diz que moravam escondidas entre as pessoas. E se transformavam até mesmo em pulgas se fosse necessário. Diz, que elas nasciam de bruxas que não podiam controlar a sua condição. Não tinha como saber se uma pessoa era bruxa até a puberdade, diz que a transformação acontecia na primeira menstruação e que depois disso ela não poderia mais aguentar a sede por sangue. A família não contava que tinham um ente vampiro e também ele mataria qualquer um que contasse a verdade....Elas tinham que beber sangue todo mês.
Para se previnir dela, eram usado o velho e famoso alho, metais brilhantes, desde facões e alfinetes, água pura e espelhos. Se alguém fosse acusado de bruxaria era morto por apredejamento. Em 1954, o Estado aprovou uma lei, onde todas as mortes de recém – nascidos tinham que ser documentadas., os pesquisadores Hugo G. Nutini e John N. Roberts conseguiram diversos relatos de crianças que morreram atráves de bruxaria. 
Caraca, não gostei muito deste post, mais tarde publico outro!!!

A igreja Vampírica


Olá galera,
Bem depois de passar um tempo ausente, devido um chato resfriado, eu volto para atormentá – los, com mais um post. Ouvindo um deliciosa coletânea gótica, que hoje eu falo do Temple of  theVampire, a igreja dos vampiros.
Pode parecer lenda, mas realmente existe uma igreja vampírica. Eles alegam que a religião dos vampiros, vem de antigas crenças, como a Ordem do Dragão e o Templo do Dragão Vampiro Deusa Tiamat. Eles tem até mesmo sua bíblia, com seus ensinamentos e rituais (eu estou lendo ela, e devo admitir que ela é foda!).
Os membros da religião, tem que ser aqueles que se libertaram e tiraram suas diferenças de toda humanidade (então neste caso eu já tenho o primeiro quesito preenchido!), e aqueles que poderiam ter o mesmo sangue; também voltada para pessoas que preferem a escuridão da noite e se reconhecem como predadoras, e por fim pessoas que sabem que existem algo além da vida e desejam possui – lo.

Mas Caraca, como funciona essa religião?
Bem, para eles, os vampiros são o próximo passo da evolução. É a religião da elite. Os vampiros dessa religião vivem numa realidade dualista:Um seria o “Eu Diurno”, é o cético materialista que ri da superstição. O “Eu Noturno” paticipa dos atos e rituais da magia. Atráves das técnicas ensinadas pelo templo, os vampiros aprendem a liberar sua força. Aprendem desde levantamento de formas até o poder hipnótico. O treinamento leva ao fortelecimento do “Eu Noturno”, no qual a mente do indivíduo está ligado aos poderes cósmicos. Os rituais permitem contato com os Deuses mortos – vivos e a comunhão vampírica.
A participação é feita por vários níveis, O membro vitalício, faz uma doação inicial ao templo. Depois de ser aceito se torna membro ativo. Depois de alguns graus de desenvolvimento, passa para o nível de Vampiro Predador e entra para o segundo círculo do templo exterior. Com um progresso a mais, a pessoa pode se tornar Sacerdote ou Sacerdotisa do templo.Que dá acesso aos segredos da religião.
O credo deles é esse:

Eu sou um Vampiro.
Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o único Deus que existe.
Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu honro meus instintos animais.
Eu exalto minha mente racional e não acredito que isso seja um desafio da razão.
Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a fantasia.
Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei mais forte.
Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem leis naturais através das quais eu posso fazer minha magia.
Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia, mas a magia é real e eu respeito e reconheço os resultados da minha magia.
Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo a morte como destruidora da vida.
Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e agora.
Eu sou um Vampiro.
Curve-se diante de mim.


O Dragão Fala

Eu sou o teu eu mais profundo.
Eu contemplo por você um mundo de luzes e cores da escuridão atrás de teus olhos.
Eu alcanço através tuas mãos e com elas toco os suaves prazeres de teu vivente mundo.
Eu sou o mais antigo, o criador dos deuses.
Eu sou a mudança e o invariável.
E sempre que você olha fixamente nos olhos de outro, lá!
Eu olho de volta para você!
Eu sou a fonte de tudo que existe!
E aquele que se reconhece como sendo eu também se torna a fonte e é, realmente um feiticeiro.
aquele que permite o fluxo de meu ser e que me reconhece pelos nervos de seu próprio corpo pode tocar e mudar tudo conforme a sua vontade, e é realmente mágico.
E minha magia draconiana é doce porque eu realizo todos os grandes desejos.
Nisso que tu chamas de sonho, eu reúno minhas forças.
Nisso que tu chamas de realidade, eu organizo meus sonhos.
Eu sou grandioso para todos aqueles que buscam meu ser e meu poder, pois sou o direito de buscar os teus próprios prazeres!
Eu sou o verdadeiro deus, o deus uno, o único deus que há.
Eu sou teu e tua arte é minha.
Sim, até mesmo meu símbolo é o espelho!
E saiba bem meu nome para através de nossa honra preferi-lo em todas as tuas ações.
Ai então será e permanecerá merecedor da
Minha magia draconiana.




"Eu chamo por vocês, os únicos verdadeiros deuses, e o ofereço minha essência vital! Venham! Alimentem-se em mim! Vocês que já foram como eu, e agora ultrapassaram a morte! Eu os chamo agora!”

Pena que não exista templo dessa religião no Brasil. Mas já ouvi comentários sobre um seleto grupo, que pratica esses rituais por aqui. Na falta eu mesma irei montar meu grupo! Rss. A Bíblia deles ensina tudo, Rituais, ensinamentos do templo e até mesmo a sensação que você terá depois dos rituais, como essa aí:

v  A sensação de ar móvel, como em uma brisa fresca (A Vinda dos Ventos). 
v  Sensações de formigamento em particular nas pontas do dedo e face. 
v  Sensações puxando ou pulsando no plexo solar. 
v  Excitação súbita de emoções misturadas de alegria, amor, adoração, temor, etc. 
v  Sensação de estar passando por teias de aranha que são postas no rosto ou mãos. 
v  Ouvir um Soar nas orelhas. 
v  Sensação visual do quarto que se enche de neblina. 
v  Sensações de ser tocado ou acariciado. 
v  Ouvir o próprio nome falado em voz alta. 
v  Poltergeist clássico (levitação ou vôo de objetos na câmara). 
v  Avistamento dos Não-Mortos visualmente primeiro no espelho, e então na câmara.
v  Sonhos de vôo, queda livre ou viajem por túneis depois do ritual.
v  Projeção astral depois do ritual na Presença dos Não-Mortos. 

Por enquanto é só, galerinha.